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Indústria de Fabricação de Medicamento Veterinário

A empresa em questão tem como negócio básico, o desenvolvimento, a produção e a distribuição de produtos aditivos de qualidade na alimentação animal.

Mesmo com um intenso esforço de equacionamento do problema de odores da unidade em questão, a empresa estava recebendo forte reclamação da vizinhança quanto à incomodidade da mesma com os odores da fábrica, o que acarretava problemas com a CETESB, Delegacia de Meio Ambiente e Promotoria Pública de Meio Ambiente.

Existiam dois cenários importantes, quanto à gestão da suportabilidade e da incomodidade da comunidade juntamente com a CETESB:

  • Se havia ou não um dano ambiental configurado sobre a saúde da comunidade
  • Se os residuais de emissão de odores após o controle, inclusive de fugitivas, ainda causariam incomodidade à comunidade ou não.

Apesar dos problemas de odores serem a parte mais complicada na área do recurso natural ar, a gestão e o controle de odores em situações como essa, podem ser atingidos por meio do estabelecimento de um plano de controle da poluição com visão, estratégia e comprometimentos para todo o time envolvido, quer seja da empresa (produção, apoio técnico, marketing, jurídico, corporativo, etc.), quer seja da consultoria (coordenador, apoio tecnológico e metodológico, comunitário, avaliação, etc.) para equacionar a situação, objetivando atingir uma suportabilidade da incomodidade, uma vez que é muito difícil se obter a não percepção contínua de tais odores.

Para equacionamento do problema, foi elaborado um Plano de Controle da Poluição de Odores e, paralelamente, foi feita a gestão da suportabilidade da incomodidade da comunidade vizinha à fábrica através de reuniões com a CETESB e com os principais reclamantes.

Em inventário de odores realizado com base em unidades de odor por segundo, constatamos que a indústria possuía oito fontes emissoras de odor, cuja principal era um lavador de gases. Após uso de ozônio para oxidação dos gases no lavador e outras medidas de controle das demais fontes, as unidades de odor foram reduzidas de 6.913 UO/s para 2.684 UO/s, atingindo-se uma suportabilidade de 2 a 4 UO na comunidade. Com a realização deste inventário, a empresa deixou de gastar cerca de US$ 1 milhão que seriam necessários para enclausurar um depósito de armazenamento de produtos e uma carreta de transporte de produtos, demonstrando, desta forma, a não significância destas fontes perante as demais.


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