O estudo e remediação de áreas contaminadas são necessários principalmente nos casos de contaminação do solo, decorrentes do desconhecimento daqueles que utilizam o local sobre formas de prevenir que substâncias estranhas vazem e o contaminem. Casos assim eram comuns quando esse assunto não era tão difundido e não havia legislação específica para tal, ocasionando o surgimento dos estudos e remediação de áreas contaminadas.
Quando os estudos e remediação de áreas contaminadas não são empregados, assim que detectado o problema, a poluição pode se agravar e tornar-se muito séria, durando décadas ou até séculos, atingindo lençóis freáticos, águas subterrâneas e poços artesianos, por vezes até aparentemente longe do local contaminado, com risco de danos à saúde humana, fauna e flora.
A legislação ambiental determina que a responsabilidade pelos estudos e remediação de áreas contaminadas é tanto do responsável atual pela área quanto dos antigos proprietários e/ou causadores da contaminação, e é considerada crime ambiental. Apesar disso, os estudos e remediação de áreas contaminadas não são prioridade para muitos, o que é um erro.
Atualmente, segundo dados da CETESB (Nov/2008), o Estado de São Paulo tem 2514 áreas contaminadas registradas, das quais 78% são devido a postos de gasolina (graças aos novos requisitos de licenciamento aos mesmos definidos pela Resolução CONAMA n° 273 de 2000). A constatação da existência de passivo ambiental em local objeto de novos licenciamentos ou renovações pode dificultar ou até impedir a obtenção de novas licenças se não houver a condução adequada do caso junto ao órgão ambiental pela ECP.
Uma vez identificado que o local pode estar contaminado, os estudos e remediação de áreas contaminadas são iniciados com investigações mais profundas, a fim de confirmar o “acidente ambiental” e coletar informações que permitam determinar quais as características da contaminação e a profundidade da descontaminação ambiental que será produzida.
Os estudos e remediação de áreas contaminadas irão determinar o gradiente da contaminação, sua pluma, se atingiu ou não lençóis freáticos e qual o método mais apropriado de descontaminação da área em questão.
A ECP conta com geólogos e engenheiros especializados em estudos e remediação de áreas contaminadas, e está acostumada com o encaminhamento estratégico e gestão do relacionamento com a Agência Ambiental no processo de limpeza da área.
Nossos consultores ambientais estão à disposição para visitá-lo em sua empresa, discutir e conhecer melhor o caso e suas características, identificando eventuais pontos de atenção e ainda permitindo o preparo de uma proposta de orçamento mais precisa, de acordo com suas necessidades.
leia na íntegra